Joana e Marcelo não se conheciam. Ela era noiva, ele casado, mas ainda não sabiam.
Ela estava na praia super contente c/ a vida. Fora sozinha. Minto, fora acompanhada de seu livro numa primavera de Setembro.
Aquele Setembro c/ sol de racha côco.
A água de Ipanema estava geladinha, mas nada q um pouco de sol no quengo não resolvesse.
E ficou lá. Estendida na areia, com o sol dourando-lhe o corpo, lendo, admirando as pessoas que passavam, lendo mais um pouco, vez ou outra ia na água, molhava-se e voltava logo p/ a areia. Estava sozinha, não podia dar mole com a bolsa.
Marcelo viera de casa, viera de um casamento frio sexualmente, queria emoção, queria a alegria e o sol de Ipanema dentro de casa, mas isso não era possível. Nunca foi.
Por isso naquela quinta-feira, foi em busca da natureza p/ desanuviar o pensamento.
Moreno, grisalho, alto, corpo perfeito, pelos na medida, boca carnuda, nariz aquilino. Ele era assim. Nem chamava atenção, né?! Não o suficiente para despertar a atenção de Joana. Seu livro estava muito mais interessante.
Ele chegou à praia de camisa e calça social. Joana olhara de relance e imaginou: "Quem será esse E.T.??"
As meninas que tomavam conta de suas coisas vez por outra, acotovelavam-se com a chegada de Marcelo, mas nem assim, ele conseguiu chamar a atenção de Joana. nem era sua intenção...
As meninas logo foram embora e Joana acabou ficando sem vigia para suas coisas. Queria muito ir a água, mas não sabia a quem pedir, uma vez que num dia de semana como aquele, as pessoas não se demoram muito na praia. Se ligou que o E.T. já estava de sunga. Branca. E uma latinha de cerveja na mão.
Ela estava na praia super contente c/ a vida. Fora sozinha. Minto, fora acompanhada de seu livro numa primavera de Setembro.
Aquele Setembro c/ sol de racha côco.
A água de Ipanema estava geladinha, mas nada q um pouco de sol no quengo não resolvesse.
E ficou lá. Estendida na areia, com o sol dourando-lhe o corpo, lendo, admirando as pessoas que passavam, lendo mais um pouco, vez ou outra ia na água, molhava-se e voltava logo p/ a areia. Estava sozinha, não podia dar mole com a bolsa.
Marcelo viera de casa, viera de um casamento frio sexualmente, queria emoção, queria a alegria e o sol de Ipanema dentro de casa, mas isso não era possível. Nunca foi.
Por isso naquela quinta-feira, foi em busca da natureza p/ desanuviar o pensamento.
Moreno, grisalho, alto, corpo perfeito, pelos na medida, boca carnuda, nariz aquilino. Ele era assim. Nem chamava atenção, né?! Não o suficiente para despertar a atenção de Joana. Seu livro estava muito mais interessante.
Ele chegou à praia de camisa e calça social. Joana olhara de relance e imaginou: "Quem será esse E.T.??"
As meninas que tomavam conta de suas coisas vez por outra, acotovelavam-se com a chegada de Marcelo, mas nem assim, ele conseguiu chamar a atenção de Joana. nem era sua intenção...
As meninas logo foram embora e Joana acabou ficando sem vigia para suas coisas. Queria muito ir a água, mas não sabia a quem pedir, uma vez que num dia de semana como aquele, as pessoas não se demoram muito na praia. Se ligou que o E.T. já estava de sunga. Branca. E uma latinha de cerveja na mão.
JOANA - Ooooi!! Vc pode dar uma olhadinha nas minhas coisas p/ eu ir a água??
MARCELO - Como está?? Gelada, suja??
JOANA - Tem umas algas, mas o mar está batendo um pouco. Suja não está não! Está matando o calor.
MARCELO - Obrigado, pode ir lá q eu olho.
Foi. Não se demorou muito. Voltou.
JOANA - Obrigada!
MARCELO - Agora é minha vez. Vc pode olhar??
JOANA - Claro!
E foi. Ficou completamente relaxado c/ a temperatura da água, com o sol, com aquele dia. Ainda ia para a clínica, depois teria a noite livre. Sua esposa estava num congresso, então o Rio de Janeiro seria todo seu...
MARCELO - Poxa, obrigado! Eu ainda vou trabalhar hoje!
JOANA (Bem sapeca) - Ahahahaha!! Eu estou de fooolgaa!!
Daí emendaram num papo gostoso. Falaram sobre música, esoterismo, profissões, baseados. E Joana se sentiu completamente à vontade com a conversa. Como se já se conhecessem há muito.
A essa altura, Marcelo estava sentado em sua canga ao lado de Joana. Numa escapulida na água, ela voltara molhada respingando água nele sem querer. Ele não perdeu tempo, beijou-a na boca.
Joana sentiu que ganharia um beijo, mas não entendeu como não conseguiu recusar. Sua intenção não era ficar c/ ele. Mas ao ser beijada, foi como se descortinasse a beleza dele diante dela. Ela começou a observar seus cabelos grisalhos e ligeiramente cacheados, sua boca carnuda e gostosa, a maciez de sua pele e fez a pergunta:
JOANA - Então?? Não falamos sobre isso. Vc é solteiro, casado, enrolado...?
MARCELO - Sou casado e vc??
JOANA - Ufa! Sou noiva.
MARCELO - Preciso te ver de novo. Toma meu telefone. Vamos sair hoje.
Entre um beijo e outro, abraçavam-se, olhavam-se e foram embora.
Por caminhos diferentes.
MARCELO - Como está?? Gelada, suja??
JOANA - Tem umas algas, mas o mar está batendo um pouco. Suja não está não! Está matando o calor.
MARCELO - Obrigado, pode ir lá q eu olho.
Foi. Não se demorou muito. Voltou.
JOANA - Obrigada!
MARCELO - Agora é minha vez. Vc pode olhar??
JOANA - Claro!
E foi. Ficou completamente relaxado c/ a temperatura da água, com o sol, com aquele dia. Ainda ia para a clínica, depois teria a noite livre. Sua esposa estava num congresso, então o Rio de Janeiro seria todo seu...
MARCELO - Poxa, obrigado! Eu ainda vou trabalhar hoje!
JOANA (Bem sapeca) - Ahahahaha!! Eu estou de fooolgaa!!
Daí emendaram num papo gostoso. Falaram sobre música, esoterismo, profissões, baseados. E Joana se sentiu completamente à vontade com a conversa. Como se já se conhecessem há muito.
A essa altura, Marcelo estava sentado em sua canga ao lado de Joana. Numa escapulida na água, ela voltara molhada respingando água nele sem querer. Ele não perdeu tempo, beijou-a na boca.
Joana sentiu que ganharia um beijo, mas não entendeu como não conseguiu recusar. Sua intenção não era ficar c/ ele. Mas ao ser beijada, foi como se descortinasse a beleza dele diante dela. Ela começou a observar seus cabelos grisalhos e ligeiramente cacheados, sua boca carnuda e gostosa, a maciez de sua pele e fez a pergunta:
JOANA - Então?? Não falamos sobre isso. Vc é solteiro, casado, enrolado...?
MARCELO - Sou casado e vc??
JOANA - Ufa! Sou noiva.
MARCELO - Preciso te ver de novo. Toma meu telefone. Vamos sair hoje.
Entre um beijo e outro, abraçavam-se, olhavam-se e foram embora.
Por caminhos diferentes.


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