quarta-feira, 29 de dezembro de 2004

DO QUE ELAS REALMENTE GOSTAM...

Eram amigos, definitivamente amigos. Cândida fora apaixonada por ele há muito tempo atrás, ele achava conveniente estar ao lado dela, mas paixão, paixão mesmo, não sentia.

Ela era voluptuosa, carnuda, loirona, mulherão mesmo. Ele, não chamava muita atenção, mas se vc olhasse direito, via que era extremamente sexy.

Casaram-se. Decisão dele, depois que Cândida resolvera dar-lhe o pé na bunda, rapidinho ele descobrira que ela, era na verdade o grande amor de sua vida.

Mas, e ela? Casou por quê? Era conveniente? Davam-se bem? Ah! Isso com certeza. Já sabia o que ele diria antes que pronunciasse?? Certamente. Então, o casamento não seria tão ruim assim.

A festa aconteceu numa daquelas casas chiquérrimas dos Jardins, gastaram todas. A nata do Jornalismo Carioca e Paulista foi em peso! Beberam, comeram, dançaram até cair.

E foi justamente lá, que ela o encontrou. O cara era tudo de bom. Esbarraram-se distraídamente e ele pisou em seu vestido. Bastou. Cândida estava entediadíssima de tanta foto para o álbum de casamento, não agüentava mais perguntar se o povo estava sendo bem servido, sorrir, sorrir, sorrir.
Queria desvairar, queria beber todas, fumar unzinho, como costumavam fazer quando estavam juntos, mas aquele dia, com aquele sapato + cabelo + vestido = Armadura do século XVI, era impossível.

Bem, voltemos a pisada (vcs estão doidos p/ saber da sacanagem, né?!)

Rodolfo estava lá não sei onde, os pais longe, sobrinhos ídem. Ela tentava tirar o vestido, mas ele não soltava. Continuava lá pisando e a encarando, com aquele olhar de deus grego que faria qualquer mulher ficar de perna bamba. Ela puxou uma, duas e nada. O cara não soltava. Por fim sorriu e entendeu, que aquele seria seu presente de casamento. De repente, se viu dentro da cozinha em meio aos empregados. Correndo como uma adolescente prestes a fazer besteira.

Ele ia atrás. Certamente foi confundido c/ o noivo. Atrás da cozinha, havia um quintal, que saía num jardim e depois uma ladeirinha. Completamente convidativa. Árvores, flores, capim crescido.
Como dois cachorros no cio, se beijaram. Se lambiam, se mordiam, sussurravam no ouvido... A essa altura, o batom super potente já tinha saído da boca e sujava a gola do tal cara.

Ela nem se dignou a perguntar-lhe o nome. Deixou ele arrebentar sua calcinha e introduzir os dois dedos em sua vagina enxarcada. Ela estava prá gritar de prazer. Ele tapara-lhe a boca e num giro, pega-lhe por trás e a come deliciosamente. Voraz esse cara, grande... Ela sentiu seus olhos saltarem. Nem doía os puxões no seu coque desfeito. Aquilo ia crescendo e Cândida queria morrer ali mesmo, de tesão, de prazer, de um gozo contido...

Levantou o rosto:

Rodolfo pisava seu vestido e Cândida ali parada, imaginando o ápice da foda.

RODOLFO - Olha o q eu trouxe prá gente (mostrando uma baganinha). Vamos?? Depois te como ali atrás??
CÂNDIDA - Ôpaaa! Claro (quase lamentando)

Fumaram, percorreram o caminho da cozinha e foram parar no mesmo lugar q Cândida estivera em pensamento. Rodolfo beija-lhe a nuca e tira sua calcinha delicadamente. Introduz. Movimenta-se. Geme baixo.
E goza.
Abotoa a calça e pede licença para atender aos convidados que já se iam.
Cândida se masturba pensando no cara.

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