Ele era o preto mais bonito que ela vira na vida!
Maria nunca havia se apaixonado por pretos, ela era chegada num lourinho mesmo, apesar de sua morenice de índia.
Maria nunca havia se apaixonado por pretos, ela era chegada num lourinho mesmo, apesar de sua morenice de índia.
Ela trabalhava numa lojinha, cuja informática nem passara perto, em Copacabana mesmo.
Vendia artigos íntimos e recebia alguns anúncios de comerciantes do bairro + adjacências.
A história dos anúncios cresceu e acabou tomando proporções maiores. Muito maiores do que ela poderia administrar.
Vendia artigos íntimos e recebia alguns anúncios de comerciantes do bairro + adjacências.
A história dos anúncios cresceu e acabou tomando proporções maiores. Muito maiores do que ela poderia administrar.
Virou um jornalzinho furreco, que devido ao boca-a-boca fazia um sucesso danado. Todo mundo queria anunciar. Todos, principalmente as putas.
Imaginem vcs. Lojinha de galeria, vendendo artigos íntimos (quase uma sex-shop) com jornalzinho próprio?? Que público melhor senão o das putas??
Era lucro para todo lado.
Imaginem vcs. Lojinha de galeria, vendendo artigos íntimos (quase uma sex-shop) com jornalzinho próprio?? Que público melhor senão o das putas??
Era lucro para todo lado.
A pobre da Maria não sabia mais a quem atendia naquela tarde quente. Quinta-feira de Novembro, um calor infernal e o ar-condicionado na ventilação. Não funcionava. Ela doida p/ fumar um cigarro, mas nem dava. Via a hora de ter fila na porta.
Pediu a menina da limpeza que quebrava aquele galho p/ ajudar na parte de vestuário e foi preparar os anúncios sozinha.
As calcinhas com abertura frontal eram uma febre. As meninas contavam umas p/ as outras e chegavam sempre em bando. Até que ele entra na loja.
Do alto dos seus 1,80m, cabelo de máquina 2 no máximo, aquela barba bem feita, que sugere um cavanhaque, porém só a sombra aparece, sabe?!
Cheiroso. Muito cheiroso.
De terno bem cortado e impecável. Não usava jóias e de feições delicadas, possuía algumas sardas.
Coisa louca p/ um negro. Bem, digamos que ele fosse um chocolate ao leite, isso justifica as sardas.
Culpa de uma mistura de carnaval entre o pai preto e a mãe espanhola, mas isso é história para outro dia.
Pediu a menina da limpeza que quebrava aquele galho p/ ajudar na parte de vestuário e foi preparar os anúncios sozinha.
As calcinhas com abertura frontal eram uma febre. As meninas contavam umas p/ as outras e chegavam sempre em bando. Até que ele entra na loja.
Do alto dos seus 1,80m, cabelo de máquina 2 no máximo, aquela barba bem feita, que sugere um cavanhaque, porém só a sombra aparece, sabe?!
Cheiroso. Muito cheiroso.
De terno bem cortado e impecável. Não usava jóias e de feições delicadas, possuía algumas sardas.
Coisa louca p/ um negro. Bem, digamos que ele fosse um chocolate ao leite, isso justifica as sardas.
Culpa de uma mistura de carnaval entre o pai preto e a mãe espanhola, mas isso é história para outro dia.
Maria era magra e não costumava ter problemas c/ a balança. Magra mas com tudo no lugar. Tinha o corpo bonito, com aquele cabelão que ia até a cintura. O coque mal preso, deixava uns cachos escorrendo pelo rosto, que ela já estava com vontade de arrancar de tanto nervoso.
Antônio era arrogante. Como quase todo negro que ganha dinheiro nesse país. Diria eu que é mais orgulho do que arrogância. Mesmo assim, tem que se saber chegar e ele não soube. Talvez por ter ficado caído por ela de cara.
ELE - Ôôô mocinha, presta atenção. Esse anúncio saiu com erro.
Maria olhou o homem de cima abaixo e tentou ser o mais cordial e educada possível, embora seu santo não tenha batido c/ o dele. Milagrosamente, a loja esvaziou, a ajudante foi almoçar, a chefe não estava e eles ficaram sós.
Puderam acertar todos os detalhes do anúncio, que ele fizera questão de além do conserto, renovar por mais uma semana e em letras garrafais. Pagou à vista, para espanto de Maria.
Maria do alto de seus 29 anos, não achava mais graça em qualquer homem e ficara impressionada com o negão. Ele por sua vez, não "desceu do salto"!
Puderam acertar todos os detalhes do anúncio, que ele fizera questão de além do conserto, renovar por mais uma semana e em letras garrafais. Pagou à vista, para espanto de Maria.
Maria do alto de seus 29 anos, não achava mais graça em qualquer homem e ficara impressionada com o negão. Ele por sua vez, não "desceu do salto"!
No dia seguinte, a loja vazia, as putas dormindo ou na praia, no mesmo horário Antônio volta.
Trouxe um sorvete daqueles cheio de sacanagem que atende pelo nome de Cornetto. Lógico, derreteu Maria. Ela não ganhava nada fazia tempo. Até ganhava, mas era esporro e conta p/ pagar. Apesar da beleza, andava meio devagar c/ os homens. Sentia até falta de dar umazinha p/ lembrar como era, mas só aparecia porcaria. Como sofrem as mulheres em certas fases da vida...
Ele queria se desculpar pela atitude do dia anterior e ela foi só sorrisos. Ele exigiu um jantar depois do expediente e ela negou. Queria separar meeesmo a vida profissional da pessoal, mas ele não era de desistir fácil. Era cafetão.
Trouxe um sorvete daqueles cheio de sacanagem que atende pelo nome de Cornetto. Lógico, derreteu Maria. Ela não ganhava nada fazia tempo. Até ganhava, mas era esporro e conta p/ pagar. Apesar da beleza, andava meio devagar c/ os homens. Sentia até falta de dar umazinha p/ lembrar como era, mas só aparecia porcaria. Como sofrem as mulheres em certas fases da vida...
Ele queria se desculpar pela atitude do dia anterior e ela foi só sorrisos. Ele exigiu um jantar depois do expediente e ela negou. Queria separar meeesmo a vida profissional da pessoal, mas ele não era de desistir fácil. Era cafetão.
Naquele dia, Maria saiu da loja mais tarde do que de costume. Dia de fechamento, erros no caixa p/ corrigir e muita dor de cabeça.
Fora a última a sair e ficou responsável por fechar a loja. Quase oito da noite de sexta feira, vontade de variar a rotina, mas o cansaço não deixava. Ela quase congelou quando deu de cara com Antônio na saída da galeria. Ele estava lá, todo maravilhoso, todo Ébano, pronto para levá-la para jantar.
Ela não conseguiu resistir ao charme dele. E o fato d' ele insistir e tomar as rédeas da situação a seduzia muito. Maria não era de se deixar domar, mas de vez em quando fantasiava c/ isso.
No caminho para o restaurante, ele pôs a mão em sua cintura e a conduziu pela rua. Maria se sentiu amolecer. Adorou o gesto de cavalheirismo dele. Antônio sabia como adoçar uma mulher. Sugeriu que parassem na cabine do banco 24 horas para sacar algum dinheiro e a convidou a entrar.
Na cabine apertada, Maria sentia o cheiro de Antônio, observava suas costas largas, sua nuca e já se imaginava beijando ele todo. Ele terminara a operação, quando Maria pediu licença para sacar também. Antônio ficou atrás dela.
Todo o cavalheirismo deu licença ao cafajeste que surgia dentro dele! Antônio deixou cair uma moedinha de seu bolso e agachou-se p/ pegar. Foi subindo devagar lambendo as pernas de Maria, que vestia saia.
Maria imóvel.
Ele lambia suas pernas acima e percorria os dedos por dentro das coxas de Maria. Maria imóvel, doida para sentar no cara. Ela não podia imaginar... Aquela calcinha com abertura frontal fora a escolha mais acertada daquele dia!! Quem podia imaginar. Antônio caiu de boca, sem o menor pudor. Alternava dedos e língua como ninguém.
Maria a essa altura rebolava na cara dele.
Ambos gemiam e por sorte a rua estava deserta. Àquela altura, não fazia a menor diferença se alguém os visse. Estavam completamente entregues a situação. Maria gozou escandalosamente como há muito tempo não fazia. Já estava grata por ter conhecido um cafetão de tão alto quilate!!
Ela se virou e beijou-o muito. Adorou o beijo de Antônio, adorou seu tórax, adorou seu umbigo e cada vez que ia descendo adorava mais. Até que abriu as calças e sentiu tudo aquilo em suas mãos.
Fechou os olhos e chupou muito e se esqueceu até do tempo.
Antônio punha a camisinha e agachou. Maria preparava-se para dar uma bela sentada, quando se deparou com o tamanho REAL daquela pica. Era uma senhora pica. Teve a impressão de que na boca era menor. De qualquer forma, se ele tinha uma senhora pica, ela tinha uma senhora goela, incompatível com o tamanho de sua vagina.
Não deu. Ela molhadééérrima, tentava de todo jeito sentar, porém apenas pouco mais da cabeça passava. Doía-lhe tudo. Tentou uma, tentou duas e acabou que a camisinha se encarregou de secar o que estava molhado, complicando ainda mais a situação.
Fora a última a sair e ficou responsável por fechar a loja. Quase oito da noite de sexta feira, vontade de variar a rotina, mas o cansaço não deixava. Ela quase congelou quando deu de cara com Antônio na saída da galeria. Ele estava lá, todo maravilhoso, todo Ébano, pronto para levá-la para jantar.
Ela não conseguiu resistir ao charme dele. E o fato d' ele insistir e tomar as rédeas da situação a seduzia muito. Maria não era de se deixar domar, mas de vez em quando fantasiava c/ isso.
No caminho para o restaurante, ele pôs a mão em sua cintura e a conduziu pela rua. Maria se sentiu amolecer. Adorou o gesto de cavalheirismo dele. Antônio sabia como adoçar uma mulher. Sugeriu que parassem na cabine do banco 24 horas para sacar algum dinheiro e a convidou a entrar.
Na cabine apertada, Maria sentia o cheiro de Antônio, observava suas costas largas, sua nuca e já se imaginava beijando ele todo. Ele terminara a operação, quando Maria pediu licença para sacar também. Antônio ficou atrás dela.
Todo o cavalheirismo deu licença ao cafajeste que surgia dentro dele! Antônio deixou cair uma moedinha de seu bolso e agachou-se p/ pegar. Foi subindo devagar lambendo as pernas de Maria, que vestia saia.
Maria imóvel.
Ele lambia suas pernas acima e percorria os dedos por dentro das coxas de Maria. Maria imóvel, doida para sentar no cara. Ela não podia imaginar... Aquela calcinha com abertura frontal fora a escolha mais acertada daquele dia!! Quem podia imaginar. Antônio caiu de boca, sem o menor pudor. Alternava dedos e língua como ninguém.
Maria a essa altura rebolava na cara dele.
Ambos gemiam e por sorte a rua estava deserta. Àquela altura, não fazia a menor diferença se alguém os visse. Estavam completamente entregues a situação. Maria gozou escandalosamente como há muito tempo não fazia. Já estava grata por ter conhecido um cafetão de tão alto quilate!!
Ela se virou e beijou-o muito. Adorou o beijo de Antônio, adorou seu tórax, adorou seu umbigo e cada vez que ia descendo adorava mais. Até que abriu as calças e sentiu tudo aquilo em suas mãos.
Fechou os olhos e chupou muito e se esqueceu até do tempo.
Antônio punha a camisinha e agachou. Maria preparava-se para dar uma bela sentada, quando se deparou com o tamanho REAL daquela pica. Era uma senhora pica. Teve a impressão de que na boca era menor. De qualquer forma, se ele tinha uma senhora pica, ela tinha uma senhora goela, incompatível com o tamanho de sua vagina.
Não deu. Ela molhadééérrima, tentava de todo jeito sentar, porém apenas pouco mais da cabeça passava. Doía-lhe tudo. Tentou uma, tentou duas e acabou que a camisinha se encarregou de secar o que estava molhado, complicando ainda mais a situação.
Maria decepcionadérrima se levanta e se recompõe. Lançou um olhar tristonho para Antônio, acariciou sua face, como que tentando não esquecer seu rosto lindo e proferiu:
ELA - Acho que perdi a fome para jantar. Vou comer um cachorro-quente mesmo, tá?! Tchau.
E saiu da cabine, sem ao menos convidá-lo para um lanche.


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